Quem sou eu

QUEM SOU EU - Meu nome é Evandro. Nasci em Porto Alegre e gosto demais de minha Cidade. Também gosto da poesia de Mário Quintana, de viajar, de subir morros, andar no mato, descobrir rios, arroios, cascatas e cachoeiras, visitar museus, sebos, bibliotecas, igrejas, o Brique da Redenção, a Feira do Livro e conhecer lugares históricos, não importando se ficam longe ou são poeirentos, desde que sejam bonitos. Também sou filatelista mas, além de selos, coleciono (junto, reúno, amontoo, acumulo) uma porção de quinquilharias, bugigangas e velharias que às vezes tenho vontade de jogar fora mas não o faço porque tenho pena. Aqui neste blog pretendo publicar tudo o que eu achar da minha Cidade antiga - aquela que permaneceu na memória, cheia de saudade - e mostrar, entre outras coisas, algumas das "preciosidades" que guardei e agora tenho reencontrado ao fazer faxina nos meus armários e gavetas onde já quase não cabe mais nada. Espero que vocês gostem de ver.

20/02/2012

LXIV

O PRAZER LÚDICO DE ESTUDAR – III

Finalizando, eis aqui o LUDUS QUARTUS, 22ª Edição, trazendo um longo Prefácio de Pe. Milton, (Paris, 1º de janeiro de 1952) onde há diversas citações de personalidades importantes que se manifestam sobre a importância do estudo do Latim e das Humanidades. Entre essas personalidades estão Diderot, Alfred Fouillé, Anatole France, A. Meillet, Paul Claudel, General Eisenhower e outros.



Destaco, neste Ludus Quartus, a página 17, onde, na Léctio prima (primeira lição), o tema escolhido foi o Hino Nacional Brasileiro vertido para o Latim. Vejam como ficou a letra:
HYMNUS BRASILIÉNSIS
I
Audierunt Ypirangae ripae placide
Heroicae gentis validum clamorem,
Solisque libertatis flammae fulgidae
Sparsére Patriae in caelos tum fulgorem.
Pignus vero aequalitatis
Possidere si potuimus brachio forti,
Almo gremio em libertatis
Audens sese óffert ipsi pectus morti!
O cara Patria,
Amoris atria,
Salve! Salve!  
Brasilia, somnium tensum, flamma vivida,
Amorem ferens spemque ad orbis claustrum,
Si pulchri caeli alacritate límpida,
Splendescit almum, fulgens, Crucis plaustrum.
Ex propria gigas positus natura,
Impavida, fortisque, ingensque moles
Te magnam praevidebunt iam futura.
Tellus dilecta,
Inter similia
Arva, Brasilia,
Ex Patria electa!  
Natorum parens alma es inter Lilia,  
Patria cara,
Brasilia!  
II
In cunis semper strata mire splendidis,
Sonante mari, caeli albo profundi,
Effulgis, o Brasilia, flos Americae,
A sole irradiata Novi Mundi!
Caeterisque in orbe plagis
Tui rident agri florum ditiores;
“Tenet silvae en vitam magis”.
“Magis tenet” tuo sinu “vita amores”.
O cara Patria
Amoris atria,
Salve! Salve!.
Brasilia, aeterni amoris fiat symbolum,
Quod affers tecum, labarum stellatum
En dicat aurea viridisque flammula
- Ventura pax decusque superatum.
Si vero tollis Themis clavam fortem,
Non filios tu videbis vacillantes,
Aut, in amando te, timentes mortem.
Tellus dilecta,
Inter similia
Arva, Brasilia,
Es Patria electa!
Natorum parens alma es inter Lilia,
Patria cara,
Brasilia!
*
MENDES DE AGUIAR
Tradutor
(A tradução é homométrica. Pode ser cantada pela música do Hino Nacional.) 
* * *
Evandro

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